18 de março de 2024

Como montar e-commerce lucrativo e otimizado?

Se você trabalha com vendas, independentemente se são voltadas para consumidores ou outras empresas, precisa saber como montar e-commerce, caso ainda não tenha um. Hoje, grande parte das pessoas prefere comprar pelo meio digital, além de também pesquisar pelos produtos na internet antes de realizar a compra.

Para aumentar suas vendas e não perder clientes, você precisa adotar estratégias que melhorem a visibilidade dos seus produtos e da sua marca. Dessa forma, também pode atingir novos públicos de localidades distantes de sua loja física.

Então, se você quer saber o que é preciso e como montar um e-commerce do zero, confira todas as dicas que separamos para você.

Como montar um e-commerce partindo do zero?

Se você deseja ter sucesso em suas vendas online, precisa realizar um planejamento correto e aplicar as estratégias mais eficazes. 

Mas, lembre-se: o mundo digital está em constante evolução e, portanto, você precisa se manter atualizado sobre as tendências e tecnologias que surgem, para obter melhores resultados e ficar à frente dos seus concorrentes.

Agora, veja um passo a passo para entender como montar um e-commerce do zero em 7 etapas.

Como montar um ecommerce?
1. Defina o capital inicial
Determine o tipo de empresa (MEI, ME, EPP, Empresa de Grande Porte);
Calcule o investimento inicial necessário.
2. Escolha o plano de hospedagem
Avalie provedores conhecidos;
Defina o domínio do seu e-commerce;
Considere as características do domínio, como nome, extensão, etc.;
3.  Escolha a plataforma de e-commerce
Avalie as principais plataformas disponíveis;
Escolha um plano adequado para suas necessidades;
Considere plataformas gratuitas e custos associados para diferentes tipos de empresas.
4. Defina o sistema logístico
Desenvolva processos logísticos e fulfillment para entrega de produtos;
Estabeleça uma gestão eficiente de devoluções e estoque;
Considere métodos de envio e parcerias com empresas de logística.
5. Configure os métodos de pagamento
Escolha opções de pagamento como cartões, boleto, carteiras digitais, etc.
Avalie parceiros confiáveis e esteja em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
6. Cadastre os produtos e crie as páginas
Cadastre produtos com descrições detalhadas, imagens de qualidade e informações relevantes;
Divida os produtos em categorias e subcategorias para melhor navegação;
Crie as principais páginas do e-commerce, como página inicial, contato, quem somos, FAQ, privacidade, devolução e reembolso.
7. Estabeleça os canais de atendimento
Ofereça canais eficientes de atendimento, como e-mail, telefone, chat online, WhatsApp, redes sociais, etc.;
Considere a automação do atendimento com chatbots;
Garanta que sua equipe esteja qualificada para oferecer soluções eficientes e rápidas aos clientes.

1. Defina o capital inicial

Em primeiro lugar, você deve definir quanto irá investir na criação do seu e-commerce. Mas isso não significa apenas o custo de um plano de hospedagem ou com o pagamento para a criação do site. 

Para ter um e-commerce, em primeiro lugar é necessário abrir uma empresa ou migrar para outro tipo de empresa, de acordo com o porte:

  • MEI (Microempreendedor Individual): para faturamento anual de até R$ 81 mil e contratação de até 2 funcionários;
  • ME (Microempresa): para faturamento anual entre R$ 81 mil e R$ 360 mil e contratação de até 19 funcionários;
  • EPP (Empresa de Pequeno Porte): para faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões e contratação de 10 a 99 funcionários, sendo que de 10 a 49 para o segmento de comércio e serviços e de 20 a 99 para indústrias.
  • Empresa de Grande Porte (ou Grande Empresa): para faturamento anual acima de R$ 4,8 milhões e contratação de 50 a 99 funcionários no que se refere a comércio e serviços, e mais de 100 funcionários no setor industrial.

O investimento inicial varia para cada empresa e inclui pagamento de funcionários, compra de produtos, despesas com armazéns e logística, desenvolvimento e manutenção do site, criação de aplicativos, plano de hospedagem, custo da plataforma de e-commerce e investimento com marketing.

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Assim sendo, o investimento para e-commerce pode variar de R$ 1 mil a R$ 5 mil para MEIs, entre R$ 5 mil e R$ 50 mil para MEs e de R$ 50 mil a R$ 500 mil para EPPs. 

Já para Empresas de Grande Porte, o custo é muito individual, já que vai de acordo com seu faturamento. Portanto, é possível investir milhões ou até mesmo bilhões de reais nas operações online anualmente.

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2. Escolha o plano de hospedagem

O primeiro ponto para saber como montar seu e-commerce é escolher o plano de hospedagem, mas, para isso, você precisa escolher um provedor confiável. Os mais conhecidos são:

  • Hostinger;
  • HostGator;
  • Locaweb;
  • HostMídia;
  • UOL Host;
  • Configr;
  • Umbler;
  • GoDaddy.

Todas estas ferramentas oferecem diferenciais para seus clientes, como suporte 24 horas, atendimento personalizado, certificado HTTPS (camada de segurança), pagamento em Real, preços acessíveis, hospedagem ilimitada, entre outros.

Depois, você deve definir o domínio do seu e-commerce, ou seja, o endereço eletrônico do seu site na internet. Muitas dessas plataformas oferecem um gerador de domínios, para te ajudar escolher o domínio mais apropriado.

Lembre-se que seu domínio deve ser curto, com um nome simples e fácil de lembrar. Por outro lado, deve expressar a identidade da marca e incluir uma palavra que seja referente ao seu segmento ou aos produtos que vende, isto é, uma palavra-chave para melhorar os resultados de busca do seu e-commerce.

3. Escolha a plataforma de e-commerce

Há diversas plataformas de e-commerce disponíveis no mercado, mas essas abaixo são as principais:

  • Vtex;
  • Nuvemshop;
  • Shopify;
  • Jet;
  • Woo Commerce;
  • Loja Integrada;
  • DLoja Virtual.

É importante que você escolha o plano mais adequado, não só para reduzir o custo, mas também para escolher uma plataforma que ofereça as funcionalidades que seu e-commerce precisa.

Lembre-se de verificar as ferramentas de SEO, pois é por meio desta configuração que sua e-commerce irá aparecer nos mecanismos de busca, além de ser responsivo para a navegação no mobile, isto é, que adapta o formato e o layout para celulares.

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Tem como montar um e-commerce gratuito? Algumas plataformas oferecem um plano grátis, contudo, somente para MEIs que tenham visitas de até 5 mil por mês. Além disso, há planos baratos, que custam menos de R$ 50 por mês, para até 10 mil visitas mensais.

Para os outros tipos de empresa, os custos são maiores, de acordo com o faturamento do negócio, mas também com a quantidade de visitas e o lucro esperados.

Para MEs, os custos com a loja virtual podem chegar a R$ 500 por mês. Já para EPPs, o investimento com a loja virtual pode variar de R$ 1,5 mil a quase R$ 4 mil. Para Grandes Empresas, os planos disponíveis são acima de R$ 10 mil por mês.

Além disso, é interessante que você invista em outros canais de venda, como os marketplaces, para potencializar seu lucro, mas, para otimizar as operações, será necessário investir em um hub de integração de marketplace, que conecte seu e-commerce, seu sistema de ERP e logística e os marketplaces.

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4. Defina o sistema logístico

É imprescindível que você defina todo o processo logístico do seu e-commerce, e isso inclui o fulfillment, ou seja, tudo o que acontece após o cliente realizar o pedido. Portanto, você precisa pensar em como será o processo de separação, preparação e envio dos produtos.

E não podemos esquecer da gestão de devolução, que influencia no processo logístico e de estoque. Portanto, você deve definir como ocorrerá o contato pelo cliente, como será o procedimento, como será o processo de troca do produto ou reembolso, enfim, tudo isso deve constar na política de devolução da empresa.

Além disso, você também precisa ter um controle de estoque preciso e um local para armazenar as mercadorias, para ter uma logística eficiente. O estoque deve ser atualizado em tempo real para evitar qualquer confronto de dados e pedidos de produtos indisponíveis.

No que diz respeito aos métodos de envio, é fundamental oferecer opções que atendam às expectativas de entrega dos clientes. 

Considere parcerias com empresas de logística para disponibilizar opções como frete grátis, PAC, Sedex e até mesmo entrega expressa, caso você não queira se responsabilizar pela entrega. Inclusive, você pode terceirizar todo processo logístico com essas empresas.

Além disso, é importante informar de forma clara e transparente sobre prazos de entrega, políticas de devolução e troca. 

Para otimizar o processo de logística, você pode contar com um integrador de marketplace, como o Lexos Hub. 

Ele pode te auxiliar a evitar atrasos e erros, pois é o único hub do mercado que disponibiliza o recurso de faturador próprio. Aliás, ele automatiza a emissão de notas fiscais e facilita a criação rápida de etiquetas de envio, agilizando o processo de preparação para o envio dos produtos.

5. Configure os métodos de pagamento

Ao configurar os métodos de pagamento em sua loja online, é importante oferecer opções que atendam às necessidades e preferências dos seus clientes. 

Além dos tradicionais cartões de crédito e boleto bancário, considere incluir carteiras digitais, transferências bancárias e até mesmo opções de pagamento parcelado. 

Certifique-se de escolher parceiros confiáveis para realizar a integração de gateway (pagamentos) e seguros para processar as transações. Afinal, esse sistema terá acesso a todas informações pessoais e de pagamento dos clientes.

Entre as empresas mais conhecidas estão:

  • Paypal;
  • Pagseguro;
  • MercadoPago;
  • Picpay;
  • Nuvem Pago.

Por isso, também é importante se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para e-commerce, no que diz respeito à coleta de dados, tratamento, armazenamento e uso.

6. Cadastre os produtos e crie as páginas

O cadastro de produtos em sua loja online deve incluir descrições detalhadas, imagens de qualidade e informações relevantes, como tamanhos disponíveis, cores e materiais. É importante que você cadastre os produtos com os nomes corretos e utilize palavras-chave para que as páginas apareçam nos resultados de busca. 

Para melhorar a experiência do cliente e navegabilidade pelo site, você deve dividir as mercadorias em categorias e subcategorias.

Outro ponto é criar as principais páginas que devem conter no seu e-commerce, como página inicial, de contato (atendimento), quem somos, perguntas frequentes (FAQ), de privacidade, de devolução e de reembolso.

Também considere a possibilidade de implementar um sistema de pré-venda para produtos que ainda não estão disponíveis em estoque, permitindo que os clientes manifestem interesse e realizem a compra antecipada.

Além disso, é importante manter o estoque atualizado para evitar problemas com produtos indisponíveis, como já dissemos anteriormente.

7. Estabeleça os canais de atendimento

Por fim, a última questão que você deve definir para acertar como montar um site de e-commerce é o atendimento. Os canais de atendimento devem ser eficientes para melhorar a experiência do cliente e atendê-lo no que for possível.

Por isso, além dos canais de atendimento tradicionais de e-mail e telefone, sua empresa também pode disponibilizar chat online, Reclame Aqui ,WhatsApp e redes sociais, como Facebook, Instagram e X (antigo Twitter). Outra sugestão é automatizar o atendimento com chatbots. 

Mas, claro, você também deve contar com uma equipe qualificada para ficar disponível para qualquer cliente entrar em contato, principalmente em casos mais específicos. 

Portanto, os colaboradores devem receber treinamento constante para oferecerem soluções eficientes e rápidas aos seus clientes. Uma sugestão para o atendimento é criar um sistema de tickets/solicitação para garantir que todos os clientes recebam uma resposta.

Como montar e-commerce? Conheça o Lexos Hub

Para criar um e-commerce lucrativo, você deve escolher as plataformas certas, assim como os parceiros.

O Lexos Hub é uma plataforma completa que integra lojas físicas e online, oferecendo uma série de funcionalidades para a gestão eficiente do seu e-commerce.

Com uma gestão de anúncios mais completa, a plataforma permite a configuração para criação de anúncios automáticos, múltiplos anúncios por produto e análise de lucratividade antes da publicação. 

A plataforma também oferece a criação de anúncios com atributos de variação personalizados, preenchimento de ficha técnica, ferramenta para copiar ficha técnica de concorrentes e criação de template de anúncios. 

Além disso, o Lexos Hub oferece dashboards de Business Intelligence, permitindo análise de devoluções, produtos, vendas, custos da venda, concorrentes e palavras-chave. 

Outro diferencial é a gestão multi-CNPJ, que torna possível controlar múltiplos estoques, somar estoque de lojas diferentes na quantidade do anúncio e escolher diferentes CNPJ para faturamento independentemente do estoque. 

A plataforma também oferece gestão de franquias para rede de lojas VTEX, transferência de pedidos e gestão de perfil de acesso por franquia.

Além disso, a plataforma oferece gestão de devolução de mercadorias, estoque no fulfillment, faturador próprio, integração com ERP e arquitetura desenvolvida para suportar grandes volumes de venda.

Saiba mais sobre os planos do Lexos Hub aqui.